segunda-feira, 25 de maio de 2009

Números Primos
Números primos são os números naturais que têm apenas dois divisores diferentes: o 1 e ele mesmo.
Exemplos:
1) 2 tem apenas os divisores 1 e 2, portanto 2 é um número primo.
2) 17 tem apenas os divisores 1 e 17, portanto 17 é um número primo.
3) 10 tem os divisores 1, 2, 5 e 10, portanto 10 não é um número primo.
Observações: => 1 não é um número primo, porque ele tem apenas um divisor que é ele mesmo.
=> 2 é o único número primo que é par.
Os números que têm mais de dois divisores são chamados números compostos.
Exemplo: 15 tem mais de dois divisores => 15 é um número composto.

Reconhecimento de um número primo

Para saber se um número é primo, dividimos esse número pelos números primos 2, 3, 5, 7, 11 etc. até que tenhamos: => ou uma divisão com resto zero e neste caso o número não é primo, => ou uma divisão com quociente menor que o divisor e o resto diferente de zero. Neste caso o número é primo.
Exemplos:
O número 161:
não é par, portanto não é divisível por 2;
1+6+1 = 8, portanto não é divisível por 3;
Critérios de divisibilidade
Para alguns números como o dois, o três, o cinco e outros, existem regras que permitem verificar a divisibilidade sem se efetuar a divisão. Essas regras são chamadas de critérios de divisibilidade.
Divisibilidade por 2


Um número natural é divisível por 2 quando ele termina em 0, ou 2, ou 4, ou 6, ou 8, ou seja, quando ele é par.
Exemplos:1) 5040 é divisível por 2, pois termina em 0.2) 237 não é divisível por 2, pois não é um número par.

Divisibilidade por 3

Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos dos seus algarismos for divisível por 3.
Exemplo:234 é divisível por 3, pois a soma de seus algarismos é igual a 2+3+4=9, e como 9 é divisível por 3, então 234 é divisível por 3.

PROCESSO DA DECOMPOSIÇÃO SIMULTÂNEA


Neste processo decompomos todos os números ao mesmo tempo, num dispositivo como mostra a figura acima. O produto dos fatores primos que obtemos nessa decomposição é o m.m.c. desses números. Acima vemos o cálculo do m.m.c.(15,24,60)
Portanto, m.m.c.(15,24,60) = 2 x 2 x 2 x 3 x 5 = 120

MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM


MÚLTIPLO DE UM NÚMERO NATURAL
Como 24 é divisível por 3 dizemos que 24 é múltiplo de 3.
24 também é múltiplo de 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12 e 24.
Se um número é divisível por outro, diferente de zero, entãodizemos que ele é múltiplo desse outro.
Os múltiplos de um número são calculados multiplicando-se esse número pelos números naturais.
Exemplo: os múltiplos de 7 são:
7x0 , 7x1, 7x2 , 7x3 , 7x4 , ... = 0 , 7 , 14 , 21 , 28 , ...
Observações importantes:
1) Um número tem infinitos múltiplos
2) Zero é múltiplo de qualquer número natural

MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM (M.M.C.)

Dois ou mais números sempre têm múltiplos comuns a eles.
Vamos achar os múltiplos comuns de 4 e 6:
Múltiplos de 6: 0, 6, 12, 18, 24, 30,...
Múltiplos de 4: 0, 4, 8, 12, 16, 20, 24,...
Múltiplos comuns de 4 e 6: 0, 12, 24,...

Dentre estes múltiplos, diferentes de zero, 12 é o menor deles. Chamamos o 12 de mínimo múltiplo comum de 4 e 6.
O menor múltiplo comum de dois ou mais números, diferente de zero, é chamado de mínimo múltiplo comum desses números. Usamos a abreviação m.m.c.

Os governos gerais

O sistema de capitanias apresentava muitas dificuldades.Por isso o rei criou em 1548 os governos gerais, o representante dessas terras chamava-se governador geral. O Brasil teve 3 governos gerais:

1º Tomé de Souza 1549 a1553.
2º Duarte da Costa 1553 a 1558.
3º Mem de Sá 1558 a 1572.

A História do Brasil

A CHEGADA DOS PORTUGUESES

Os portugueses começaram a perceber sinais de terra próxima e, no dia 22 de abril de 1500, avistaram um monte, ao qual deram o nome de Monte Pascoal. eles haviam chegado ao lugar que mais tarde se chamaria Brasil.
Cabral ancorou as caravelas num lugar que chamou de Porto Seguro e hoje tem o nome de Baía Cabrália, no atual Estado da Bahia.
No dia 26 de abril de 1500 foi celebrada, por Frei Henrique Soares, a primeira missa em uma das ilhas do litoral.
No dia 1º de maio foi rezada a segunda missa, e Cabral tomou posse da terra em nome do rei de Portugal. Pensando ter descoberto uma ilha, chamou-a de Ilha de Vera Cruz.
Uma das caravelas foi mandada de volta a Portugal. Levava ao rei D. Manuel uma carta escrita por Pero Vaz de Caminha contando os acontecimentos.
O restante de esquadra seguiu viagem para as Índias.

A expedição colonizadora de 1530

Os portugueses encontravam muita dificuldade para defender o litoral do Brasil. Com receio de perder a posse da terra, eles concluíram que seria necessário trazer pessoas que, permanecendo aqui, dificultassem a entrada de extrangeiros.
No ano de 1530 chegou a expedição colonizadora, chefiada por Martim Afonso de Souza, com os objetivos de:
expulsar os extrangeiros.
procurar ouro e outras riquezas.
fundar povoados para garantir a defesa do litoral.
Essa expedição trazia sementes, instrumentos de trabalho, animais domésticos e muitas pessoas, que deveriam construir suas casas, fazer plantações, explorar riquezas, abrir estradas e aqui ficar morando.


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CAPITANIAS HEREDITÁRIAS

Nas primeiras décadas do século XVI, Portugal, ainda atraído pelo comércio oriental, restringiu ao extrativismo suas ações de exploração do território colonial brasileiro. Dessa forma, realizava poucas expedições que somente transportavam as toras de pau-brasil que eram trazidas pelos índios ao litoral e organizavam algumas expedições de proteção e reconhecimento do litoral brasileiro.Apesar dessas ações, a ameaça de invasão dos corsários estrangeiros, principalmente franceses, obrigou a Coroa Portuguesa a rever sua política de ocupação na colônia.
A primeira medida tomada nesse sentido aconteceu em 1530, quando a expedição de Martim Afonso de Sousa foi enviada com os primeiros colonos a se fixarem definitivamente no espaço colonial. Por obrigação, Martim Afonso e os demais colonizadores deveriam fundar vilas, povoar e desenvolver a economia local.No ano de 1534, dando continuidade ao projeto de tomada de posse, o rei dom João III dividiu a nova colônia em quinze faixas de terra. Cada um desses imensos lotes de terra integraria o sistema de capitanias hereditárias, que transferiu a responsabilidade de ocupar e colonizar o território colonial para terceiros.
Nesse sistema, o rei entregava uma capitania a algum membro da corte de sua confiança que, a partir de então, se transformava em capitão donatário.Aquele que recebia o título de capitão donatário não poderia realizar a venda das terras oferecidas, mas tinha o direito de repassá-las aos seus descendentes. No momento da posse, o capitão donatário recebia duas importantes documentações da Coroa: a Carta de Doação e o Foral. Nesse primeiro documento ficava estabelecido que o governo de Portugal cedia o uso de uma determinada capitania a um donatário e que este não poderia negociá-la sob nenhuma hipótese.Já o Foral determinava o conjunto específico de direitos e obrigações que o capitão donatário teria em suas mãos.
Ele poderia fundar vilas, doar sesmarias (lotes de terra não cultivados), exercer funções judiciárias e militares, cobrar tributos e realizar a escravização de um número fixo de indígenas. Com relação às atividades econômicas, ele poderia ter uma parte dos lucros, desde que isso não ferisse os direitos de arrecadação da Coroa Portuguesa.Apesar de tantas especificidades e regras de funcionamento, o sistema de capitanias hereditárias acabou não alcançando os resultados esperados.
A falta de apoio econômico do governo, a inexperiência de alguns donatários, as dificuldades de comunicação e locomoção, e a hostilidade dos indígenas dificultaram bastante a execução deste projeto.
Com o passar do tempo, muito donatários abriram mão do privilégio e outros nem mesmo reuniram recursos para atravessar o Atlântico e formalizar a posse.As capitanias de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que conseguiram prosperar e superar as dificuldades da época. A explicação dada para esses dois casos se encontra nos lucros obtidos com a instalação da indústria açucareira nestas regiões.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Recadinho importante!!!!

Queridos alunos , as provas mensais estão chegando. Então, lembrem-se de colocar os assuntos em dia e estudar bem antes das provas. Evitem estudar um dia antes das provas. O estudo precisa ser diário e organizado. Tirem as dúvidas com suas professoras e tenham bons resultados.
Um grande beijo
Lena e Sheila.

Aquarela Brasileira

Estudando um pouco sobre o Brasil e seus estados, os alunos do 5º ano leram, ouviram , analisaram o vocabulário desconhecido da música de Silas de Oliveira, Aquarela Brasileira. Abaixo está a letra para vocês conhecerem ou recordarem. Há vários vídeos envolvendo essa linda música. Confiram pela internet.
Recadinho:Crianças, cantem a música para os seus pais . Eles gostarão de ouvi-la.
Um abração
Lena

AQUARELA BRASILEIRA
Vejam esta maravilha de cenário
É um episódio relicário
Em que o artista
Num sonho genial
Escolheu para este carnaval
E o asfalto como passarela
Será aquela
O Brasil em forma de aquarela
Passeando pelas cercanias do Amazonas
Conheci vastos seringais
E no Pará, na ilha de Marajó
E a velha cabana do Timbó
Caminhando ainda um pouco mais
Deparei com lindos coqueirais
Estava no Ceará
Terra de Irapuã, de Iracema, e Tupã
Fiquei radiante de alegria
Quando cheguei à Bahia
Bahia de Castro Alves e do acarajé
Das noites de magia
Do Candomblé
E pude atravessar
As matas do Imbú
Assisti em Pernambuco
A festa do frevo e do maracatu
Brasília tem o seu destaque
Na arte, na beleza e arquitetura
Feitiços de garoa pela serra
São Paulo engrandece a nossa terra
Do Leste por todo Centro-Oeste
Tudo é belo, e tem lindo matiz
E o Rio
O Rio de sambas e batucadas
De malandros e mulatas
De requebros febris
Brasil, essas nossas verdes matas
Cachoeiras e cascatas
De colorido sutil
E neste lindo céu azul de anil
Emolduram aquarela
Meu Brasil
Lá, lá, lá, lá, iá

Produzindo um comercial.

Agora que o grupo do 5º ano já se inteirou do assunto da apostila de Português, " O Brasil bem brasileiro" , lendo e respondendo às questões relacionadas aos textos, farão um trabalho em equipe elaborando um comercial para uma emissora de rádio e representá-lo. Os grupos já foram montados e agora é só colocar a cabeça para funcionar e as mãos para agir. Na próxima semana teremos novidades em nosso blog. Não deixem de visitar o Integral Virtual Alphaville!!!
Beijocas
Professora Lena.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O sábio e a amizade

O sábio e a amizade.......
Perguntei a um sábio,a diferença que haviaentre amor e amizade,ele me disse essa verdade...
Amor é mais sensível, a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas, Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,na Amizade compreensão.
O Amor é plantado e com carinho cultivado, a Amizade vem faceira, e com troca de alegria e tristeza,torna-se uma grande e queridacompanheira.
Mas quando o Amor é sincero ele vem com um grande amigo, e quando a Amizade é concreta, ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo ou uma grande paixão, ambos sentimentos coexiste dentro do seu coração.
William Shakespeare

POEMAS MATEMÁTICOS

Aula de Matemática
Aula de Matemática

Pra que dividir sem raciocinar,
Na vida é sempre bom multiplicar E por A mais B Eu quero demonstrar,
Que gosto imensamente de você,
Por uma fração infinitesimal, Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema,
Eu tenho um teorema banalQuando dois meios se encontram desaparece a fração,
E se achamos a unidade,
Está resolvida a questãoPrá finalizar, vamos recordar!
Que menos por menos dá mais amor,
Se vão as paralelas,
Ao infinito se encontrar,
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você.

Tom Jobim

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carnaval



Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional.
Conceito e origem. O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

Células






Oi pessoal !
Estamos aprendendo muito sobre células. Fizemos um trabalho em grupo e "construimos" as nossas células.
Usamos vários materiais como: arroz, feijão, barbante, lantejoulas, sementes variadas,cola, gliter,enfim criamos e aprendemos. Agora já sabemos quais são as partes de uma célula, nomes e funções.
Aguardem as novas fotos que serão postadas!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Alunos construindo um cubo











Foi preciso concentração e espírito de equipe para construirem o cubo com canudinhos e barbante. A partir dessa aula, os alunos aprenderam o que são vértices, arestas e faces...




quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sólidos Geométricos

Os alunos tiveram aula em telão mostrando os sólidos geométricos.
Figuras planas e não-planas.
Corpos redondos
Retas, segmentos de retas...
Eles construiram um lindo cubo com canudinhos e barbante e concluíram:
- os nós dos barbantes eram os vértices,
- os canudinhos eram as arestas...

Logo estarei postando as fotos aguarden!!!!!!

Boas Vindas 5º Ano

Tudo depende de nós !!!Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo... ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso reclamar sobre minha saúde... ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria.... ou posso ser grato por ter nascido.Posso sentir tédio com as tarefas da casa... Ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.

“Tudo depende só de mim."
"Tudo depende de você."

Charles Chaplin.